segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que podemos dizer o mundo e todos são assim!

O que podemos dizer de nosso dia-a-dia dos olhares ao nossa derredor o mundo e o mentor o que querermos mostrar para o mundo de hoje? queremos mostrar que podemos mais que um ou outro! olhar o próprio umbigo e não o céu que está prestes a cair em uma só lágrima... passado, presente e futuro tudo se envolve como todo dia neste mar de incredulidade e desapego... amor atrás de amor ódio atrás da revolta corpo atrás de desejo, mente nossa mente querendo saber qual o sentido para tudo e para todos um sentido só uma coisa só, será que meu passado não é o futuro do presente? piore seu jeito e o mundo te conhece mude seu corpo mostre o que temos para o jantar está noite! muitos aplausos na calada da noite silenciosa um grito na alegria uma lagrima na correria! mas quanto faz que não olhamos o céu e fazemos bichos nuvens em formato de pipoca fazer de criança nossos olhos para o mundo, mudar o percentual, a vida e a amizade no seu espaço vazio! vagarosamente volto no frio calmo e solitário da noite que arranca de mim o jeito de travar uma conversa no meu próprio canto no que chamo de amargura esta dança que trás uma ciranda e um olhar diferente para que surja no fim do túnel o que faço para chamar de minha terrinha não passo meus dias só, mas sim com meus perigosos e queridos elefantes de bolinhas coloridas que se dissipam no fim de uma estrofe nesta música... indescencia fluido do féu corpo que morre no sol quente como gelo que mostra que nem tudo precisa de um sentido para podermos mostrar um dia cinza e nublado que se torna em cor-de-rosa ou qualquer cor que seja prevista na chuva que cai para cima e corre andando, ensinamentos, procedimentos e aonde está o coelho com seu relógio dizendo estar atrasado para a rainha loura de olhos cinza melados, cade o exercito de um hotel que voa em uma montanha russa com subidas e contornos que ultrapassam    mais que algo fácil e rápido três minutos o que são perto de três milésimos? montar um cubo mostrar para o mundo o canto da sereia uma sociedade cantada na sorte de um sopro cansado de chegar no fim das cantigas do grilo feliz que nos diz o caminho para ser puxados por fios nesta estrada de pássaros que se mostram coloridos na estrada no coração para ser de um falso mago que demostra seu prazer ao transformar coisa passadas em um grande trilho de maçãs que conduzem as gondolas da perdição no sentido que se mostra impertinente para o que o cão mia e o gato que late na loucura de um mendigo  chorão que faz uma prece para que em seus sonhos ele traga a loucura em minha cabeça que com passas me traz a dançar com cavalos mancos na minha loucura o fim se aproxima se abaixem para que ele entre no chão e nos devore deitados! não dizer ou dizer o que queremos ou precisamos saber ou ver? nesta highway unicorn eu sigo atrás do motivo para eu ser mais do que eu sou!

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